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Nº.61 UNIVERSO Dez.2016 | Jan.2017

Matheus Vigliar

FGV OFERECE BOLSAS DE PESQUISA PARA ALUNOS DO ENSINO MÉDIO

A iniciativa faz parte do recém-lançado programa Laboratório de História e Sociologia para o Ensino Médio
Por Patricia Mariuzzo20/2/17

 

A Escola de Ciências Sociais da Fundação Getúlio Vargas (CPDOC- FGV) oferece até quatro bolsas para estudantes de escolas públicas e privadas trabalharem em pesquisas com os professores da escola. A iniciativa faz parte do recém-lançado programa Laboratório de História e Sociologia para o Ensino Médio.

O objetivo das atividades do Laboratório é promover e divulgar a pesquisa científica nas áreas das Ciências Sociais e da História por meio da incorporação de estudantes do Ensino Médio às seguintes pesquisas em realização do CPDOC: “Memória das Ciências Sociais no Brasil”, “História social do trabalho e dos movimentos sociais”, “História e Direito no Brasil pós-1930” e “Sociologia e Vida Pública no Rio de Janeiro”.

Os estudantes selecionados cumprirão, sob a supervisão de professores do CPDOC, 12 horas de atividades semanais de abril e dezembro de 2017, de forma a não prejudicar sua rotina escolar. Eles receberão uma Bolsa de Iniciação Científica Junior no valor mensal de R$300,00 e, ao final das atividades, um certificado de conclusão.

O processo seletivo é aberto a estudantes das três séries do ensino médio das redes pública e privada do município do Rio de Janeiro que tenham 16 anos completos no dia 1º de abril deste ano. Para se inscrever, os interessados deverão anexar o boletim escolar e uma redação na qual deverão explicar as razões do interesse pelas áreas de conhecimento das Ciências Sociais e da História e, especificamente, sobre um dos quatro eixos temáticos propostos. A segunda etapa de avaliação consistirá em entrevistas presenciais.

Para se inscrever, acesse o site.

Com informações do blog História Hoje

CAFÉ, HISTÓRIA E ARTE

Museu do Café, em Santos, oferece diversas atividades
Por Patricia Mariuzzo15/2/17

Diz a lenda que Jacinto foi um carregador de café que conseguia empilhar nas costas até cinco sacas com 60 quilos cada, ou seja, 300 quilos! Por isso ele recebeu o apelido de “sansão do cais”. Não há provas de que ele tenha realmente existido. Até porque, estivadores e ensacadores de hoje concordam que o máximo de peso suportado por uma pessoa é 120 quilos (ou duas sacas). De todo modo, vários cartões-postais da primeira década do século XX trazem a imagem de Jacinto, talvez um modo de ilustrar uma época em que o café ocupava lugar de destaque na agricultura nacional.

Essa é outras curiosidades podem ser conferidas no Museu do Café, em Santos, litoral paulista. O museu ocupa o edifício da Bolsa Oficial de Café, conhecido por sua arquitetura onde predomina o neoclássico e o barroco. O prédio é tombado pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural de Santos (Condepasa) e pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico (Condephaat).

Periodicamente o Museu oferece cursos de preparação de café, de barista, degustações e atividades para o público infantil. No próximo sábado, dia 18, para celebrar a Semana de Arte Moderna, o Núcleo Educativo do Museu oferece uma programação especial com diferentes atividades.

A agenda completa pode ser conferida no site do Museu do Café.

Serviço:

Rua XV de novembro, 95 - Centro Histórico

CEP: 11010-151 - Santos – SP

Fone: (13) 3213-1750

E-mail: museudocafe@museudocafe.org.br

 

Crédito da imagem: Secretaria de Turismo/ Reprodução

Histórias do pau-brasil

Por Patricia Mariuzzo24/1/17

 

Você sabia que os arcos que produzem o som dos instrumentos de corda, no mundo inteiro, são na sua grande maioria feitos de pau-brasil? Ou que essa nossa madeira, durante 350 anos, serviu para enfeitar de vermelho as roupas dos poderosos da Europa, e por isso mesmo foi uma das nossas riquezas de exportação, chegando a gerar recursos para pagar a nossa dívida externa? Pois essa utilidade levou a que ela fosse extraída em larga escala, quase levando suas árvores à extinção.

Publicado pela editora Terceiro Nome, em português e inglês, chega às livrarias "Pau-brasil: a cor e o som", do historiador da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Ricardo Maranhão e de Norberto Baracuhy, produtor de mudas de pau-brasil. A obra descreve os séculos de história e da atualidade dessa madeira vermelha, que hoje precisa continuar a ser cultivada tanto por seu valor simbólico nacional como por sua dureza, peso e flexibilidade, que a fazem ser considerada a melhor madeira do mundo para arcos de violinos, violas, violoncelos e contrabaixos.

Ao longo da pesquisa para o livro, além do trabalho historiográfico, os autores percorreram diversos estados brasileiros onde encontraram e ouviram cidadãos patrióticos que trabalham a favor do pau-brasil e de sua preservação. Também ouviram as histórias de pessoas que se dedicam a produzir os belos arcos de violino e a preparar a madeira para exportação aos centros internacionais onde os arcos também são produzidos. Daí o título: história,cor e som.

Com informações da editora Terceiro Nome

Maria Alice Carraturi Pereira é designada presidente da UNIVESP

Assessoria de Comunicação da Univesp17/1/17

O governador Geraldo Alckmin designou Maria Alice Carraturi Pereira presidente da UNIVESP. O decreto de designação foi publicado no Diário Oficial do Estado de São Paulo no dia 6 de janeiro de 2017.

Doutora em Educação pela Universidade de São Paulo (USP), Maria Alice foi assessora de Tecnologias na Educação e Educação a Distância para Formação de Professores da Secretaria de Estado da Educação de São Paulo e coordenadora pedagógica da Escola de Formação de Professores do Estado de São Paulo. Assessorou a implantação do curso de graduação de Licenciatura em Ciências a distância da USP em parceria com a UNIVESP. Foi vice-diretora geral da Faculdade Damásio e diretora nacional de EaD do grupo DeVry Brasil, diretora de EaD da Universidade de Santo Amaro (Unisa) e diretora de Educação para a América Latina na Rosetta Stone. Mais recentemente, foi assessora de Educação a Distância no Centro Paula Souza.

Maria Alice substitui Carlos Vogt, que implantou e presidiu a UNIVESP por quatro anos, e cujo mandato encerrou no dia 29 de outubro de 2016. Professor emérito da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e coordenador do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor) da Unicamp, Vogt foi reitor da Unicamp e presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

Com informações da Assessoria de Comunicação da Univesp

 

MASP ABRE TODAS AS SEGUNDAS FEIRAS DE JANEIRO

Por Patrícia Mariuzzo2/1/17

Como parte de sua programação de férias, o Museu de Arte de São Paulo (Masp) abre suas portas durante todas as segundas-feiras de janeiro de 2017. Serão cinco dias a mais no mês para visitar as exposições e participar das atividades do Museu: 2, 9, 16, 23 e 30 de janeiro. Nesse período, o público poderá conferir o acervo permanente do Masp nos cavaletes de cristal de Lina Bo Bardi e as exposições Agostinho Batista de Freitas, São Paulo e A mão do povo brasileiro 1969/2016, que encerra no dia 22 de janeiro.

O horário permanece o mesmo dos outros dias, das 10h às 18h, com bilheteria aberta até as 17h30. É possível comprar ingressos antecipados pelo site ingressorapido.com.br ou na bilheteria do museu. 

Com informações do Masp